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Por que o BRBot é diferente

Os diferenciais de engenharia do BRBot — cada um nasceu de estudo com dados reais, foi validado em simulação histórica antes de ir para o robô, e trabalha por um objetivo: você ligar o sistema e não precisar operar.

Aviso: os números desta página vêm de simulações históricas (backtest em conta demo, ticks reais, janela de ~6 meses) — não são promessa nem projeção de resultado futuro. Metodologia completa e ressalvas em Setup e Simulações.

O método: engenharia guiada por dados

Cada regra do BRBot passa pelo mesmo ciclo antes de virar produto: hipótese → simulação com ticks reais → medição → decisão. Quando os dados confirmam, a melhoria entra calibrada de fábrica. Quando os dados refutam (e refutam com frequência), a ideia é descartada e documentada — inclusive publicamos os cenários que não funcionaram. É por isso que o setup de fábrica não é um palpite: cada parâmetro tem uma curva de teste por trás.

1º pilar — Sessões premium, operando de verdade

Testamos as 6 sessões diárias do robô isoladamente e descobrimos que três delas concentram a consistência: Sydney, Tóquio e Frankfurt. As demais foram retiradas do setup padrão. Depois, eliminamos um gargalo estrutural: as sessões deixaram de esperar uma pela outra e passaram a operar concorrentes e independentes — nenhuma oportunidade validada fica de fora porque "outra sessão estava com a vez".

Efeito medido em simulação: mais que o dobro do resultado, com metade do drawdown, na comparação sequencial × concorrente (ver seção 7.3 das Simulações).

2º pilar — KID Bengala calibrado por varredura

O KID é o filtro que impede o robô de entrar em rompimentos esticados demais — quando a vela fecha muito longe do canal, o movimento já foi e entrar ali é comprar o pior preço. Em vez de escolher o limite "no olho", rodamos uma varredura de 20 simulações (limites de 5% a 100%) e calibramos o valor de fábrica no ponto de melhor equilíbrio da curva: 20% do canal CR+ZN — máximo Fator de Lucro da faixa equilibrada, drawdown controlado.

A curva completa está publicada no Guia do Produto (seção KID Bengala), com o glossário dos índices — subsídio para o usuário avançado ajustar, se desejar.

3º pilar — Piso adaptativo: o robô que se recalibra sozinho

Mercado parado forma canais estreitos demais — alvos colados, operações ruins em congestão. O BRBot resolve com um piso de largura que é adaptativo e automático: ele se baseia no comportamento recente da própria sessão para definir a largura mínima saudável naquele horário. Mudou o regime de volatilidade? O piso acompanha — sem nenhum ajuste do usuário. E é consistente após reiniciar ou reanexar o robô: o histórico necessário é reconstruído sozinho.

PisoDrawdown máx.Fator de Recuperação
Fixo (padrão antigo)10,4%7,49
Adaptativo8,8%8,01

Em simulação histórica, o piso adaptativo entregou drawdown menor e o maior Fator de Recuperação já medido em toda a bateria de testes do BRBot (estudo com a metodologia da v1.95). Simulação não é promessa de resultado.

4º pilar — Segurança operacional em camadas (reforçado na v1.96/v1.97)

  • Uma operação por sessão: cada sessão mantém no máximo uma operação aberta por vez — nunca posições sobrepostas da mesma sessão. Exposição por sessão sob controle.
  • Sessões concorrentes = motores diferentes: várias sessões podem operar ao mesmo tempo, mas cada uma com uma única operação — concorrência entre sessões distintas, nunca dobra da mesma.
  • Verdade do broker: o encerramento de cada operação segue o estado real da sua conta na corretora, não uma estimativa — o robô reconcilia o que rastreia com as posições reais do servidor, inclusive o preço efetivo do negócio.
  • Horário da corretora automático: o fuso do servidor é detectado sozinho e reajustado a mudanças de horário (ex.: horário de verão), sem intervenção.
  • Continuidade visual e operacional: enquanto uma operação anterior está aberta, o canal (CR/ZN), a entrada, o TAKE e o STOP permanecem na tela; ao encerrar, o novo canal é reconstruído no horário certo da sessão, sem canais atrasados.
  • Contexto preservado entre reanexos: o canal semanal e o contexto de uma operação real aberta sobrevivem a troca de timeframe, reanexo do robô ou reinício do MetaTrader — sem perder a referência visual em andamento.
  • Risco dinâmico: cada operação arrisca um percentual fixo do saldo — o lote se ajusta sozinho ao tamanho do stop.
  • Recuperação de reinícios: quedas de energia, atualizações ou trocas de VPS não perdem operações — o robô reconstrói o histórico e readota posições abertas automaticamente, de forma consistente.
  • Licença fail-closed: sem verificação válida, o robô não opera — proteção para o produto e para o cliente.

Cada versão passa por validação em backtests, reinícios, trocas de timeframe e testes ao vivo antes de ser publicada — dados primeiro, produto depois.

5º pilar — Referências de contexto ANUAL e MENSAL (novo v1.97)

Duas camadas visuais opcionais e independentes mostram o contexto de longo prazo do ativo: um canal de referência do ano e outro do mês corrente. São puramente informativos — não abrem, fecham ou influenciam nenhuma operação — e ajudam você a enxergar a tendência de fundo enquanto opera nas sessões do dia. Ligar, desligar e escolher cores fica a seu critério.

O resultado dessa filosofia

Um robô em que o setup de fábrica é o setup validado — você anexa num gráfico M5, cola a chave de licença, liga as ordens reais quando estiver confortável, e o sistema cuida do resto: sessões certas, filtros calibrados, piso que se adapta, risco controlado. As melhorias seguem chegando por atualização de versão, sempre com o mesmo rito: dados primeiro, produto depois.

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